Projetos promovem cadeias de suprimento mais sustentáveis
A Earthworm Foundation atua no Brasil para tornar as cadeias de suprimento e os territórios sustentáveis e, assim, transformar paisagens e valorizar pequenos produtores familiares, muitos deles vivendo em situação de vulnerabilidade alimentar.
Nesse processo, reconhece o potencial das florestas e dos solos, promove a biodiversidade, enfrenta os efeitos das mudanças climáticas, tornando os meios de subsistência resilientes e protegendo os direitos humanos.
O objetivo é impactar positivamente 35 milhões de hectares de paisagens, apoiando 50 mil pessoas em comunidades prioritárias, com indicadores claros e verificáveis.
As áreas de intervenção pelas quais a Earthworm Brasil busca gerar impacto são:
para a completa realização dos direitos à autodeterminação
envolvendo produtores e suas famílias
melhores condições de trabalho e de vida para produtores e suas famílias
ha de ecossistemas-chave ativamente protegidos contra conversão e degradação
ha de terras agrícolas regeneradas
O principal objetivo do Projeto Landscape Tomé-Açu, realizado na microrregião de mesmo nome, no Pará, é o desenvolvimento territorial, com foco em melhores práticas de cultivo, agricultura regenerativa, rastreabilidade, inclusão econômica e social, resiliência climática e participação multissetorial e multicadeias, impactando positivamente a natureza e as pessoas.
A iniciativa abrange cinco municípios – Acará, Concórdia do Pará, Moju, Tailândia e Tomé-Açu -, totalizando 2,3 milhões de hectares. A meta é consolidar até 2030 um modelo de desenvolvimento territorial sustentável, equilibrando progresso econômico, conservação ambiental e inclusão social.
A região se tornará uma referência em cadeias de suprimentos rastreáveis e sustentáveis, pela maior adoção de Sistemas Agroflorestais (SAFs) para regeneração do solo e maior resiliência.
Ao mesmo tempo, serão realizadas ações para promover a inclusão de mulheres e jovens, a segurança alimentar, o fortalecimento de direitos das comunidades tradicionais, a regularização fundiária e o acesso ao crédito de pequenos produtores familiares, garantindo mais estabilidade econômica.
Além disso, as comunidades quilombolas e rurais terão participação ativa na governança territorial, promovendo práticas regenerativas alinhadas à biodiversidade local.
alcançados pela gestão holística de propriedades com cultivo de óleo de palma
beneficiadas e 12 comunidades tradicionais (quilombolas) atendidas
em temas como práticas agrícolas sustentáveis, regularização fundiária e empreendedorismo
promovendo o empoderamento feminino e a geração de renda, a partir de pequenos negócios
coletando dados, avaliando e mitigando o desmatamento e desenvolvendo soluções inovadoras
incentivando a restauração de área degradadas, a produção sustentável e a resiliência climática
Principal região produtora de cacau do Estado do Pará, a Transamazônica se destaca pela elevada relevância econômica, riqueza ambiental e diversidade social, tornando o território prioritário para o desenvolvimento de soluções que conciliem produção, conservação ambiental e inclusão produtiva no País.
Nesse contexto, a Earthworm Foundation Brasil atua na Transamazônica com o objetivo de contribuir para o fortalecimento de uma cadeia de valor mais estruturada, responsável e resiliente, conectando produtividade, rastreabilidade, acesso a mercados, regularização socioambiental e desenvolvimento territorial.
O trabalho abrange oito municípios paraenses e busca promover a valorização de boas práticas agrícolas, a ampliação da adoção de Sistemas Agroflorestais (SAFs) e a conformidade socioambiental, além de melhores condições de acesso a crédito, mercados e oportunidades para agricultores familiares.
Mais do que fortalecer a produção, a prioridade é fortalecer a resiliência dos pequenos produtores e das comunidades rurais, ampliando a capacidade de adaptação frente às mudanças climáticas, às oscilações de mercado e aos desafios estruturais da Região.
O principal projeto desenvolvido pela organização na Transamazônica é o Sementes da Mudança. Por meio do apoio a agricultores e agricultoras familiares, a iniciativa visa a valorizar a cadeia do cacau, incentivando sistemas produtivos mais sustentáveis, diversificados e resilientes e contribuindo para a geração de renda, a segurança alimentar e a conservação ambiental.
Assistência técnica contínua, fortalecendo a produção, a gestão das propriedades e a adoção de práticas sustentáveis
Formação em agricultura sustentável, incluindo 139 mulheres, para ampliar conhecimento, produtividade e resiliência
Implementação de Planos de Ação e iniciativas sustentáveis, com apoio à organização, à gestão e ao acesso a mercados
Aqui não é só cacau. É gente, é parceria. As mulheres, mais que força de trabalho, são quem pensa decide e faz a roça acontecer.”
Samires Rosa
A estratégia Landscape Sorriso, liderada pela Earthworm Foundation Brasil, atua no território do Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental Alto Teles Pires (CIDESA ATP), formado por 16 municípios do Norte do Mato Grosso, com destaque para Sorriso, Sinop e Lucas do Rio Verde. A região é um dos principais polos agrícolas do Brasil, concentrando a produção de soja, milho e feijão, além de áreas relevantes dos biomas Amazônia e Cerrado.
O objetivo é apoiar, até 2030, a transição para um modelo agrícola em larga escala resiliente ao clima e positivo para a natureza, conciliando produtividade, conservação ambiental e desenvolvimento econômico. A agricultura regenerativa é o eixo central da estratégia para promover a saúde do solo, a redução de emissões e a proteção de recursos hídricos e ampliar a resiliência dos produtores.
AA atuação no território está estruturada em cinco programas estratégicos, definidos a partir do Plano de Ação:
Esses programas orientam ações integradas que conectam produção agrícola, conservação de ecossistemas e fortalecimento da governança territorial, por meio da colaboração entre produtores, empresas, cooperativas, poder público e sociedade civil.
Consolidação da participação no Pacto Produzir, Conservar, Incluir (PCI) de Sorriso, ampliação da articulação regional com o CIDESA ATP e expansão da iniciativa para novos municípios, promovendo a relação entre setor público, empresas, produtores e instituições parceiras.
Apoio à Cooperativa Luverdense de Agricultores Familiares (COOPERLAF) na preparação técnica para acesso a editais de financiamento, criando condições para futuros investimentos em infraestrutura de beneficiamento e comercialização da produção dos cooperados.
Apoio à restauração de Áreas de Preservação Permanente (APPs), realização de pilotos para testar modelos escaláveis de restauração e diagnósticos territoriais para identificar áreas prioritárias para conservação, restauração e mitigação de riscos de desmatamento e conversão.
“Quando duas organizações compartilham o mesmo propósito, o impacto vai além da produção: transforma pessoas, fortalece comunidades e preserva o futuro.”
José Quicheller
Presidente da Cooperativa Luverdense de Agricultores Familiares (Cooperlaf)
O Projeto Portos Amazônicos, implementado pela Earthworm Foundation Brasil em parceria com a Cargill, tem como objetivo promover o desenvolvimento socioeconômico e ambiental de agricultores familiares e de comunidades localizadas no entorno dos portos de Santarém e de Itaituba/Miritituba, no Pará, e de Porto Velho, em Rondônia. São territórios marcados por desafios relacionados ao apoio técnico a esses pequenos produtores, à segurança alimentar, à regularização ambiental e ao fortalecimento das organizações comunitárias.
O Portos Amazônicos busca fortalecer a agricultura familiar por meio de diversificação produtiva, implantação de Quintais Produtivos, Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER), promoção da segurança alimentar e melhoria das condições produtivas das famílias beneficiadas. As ações priorizam soluções práticas e adaptadas à realidade local, conectando produção sustentável, geração de renda e conservação ambiental.
Além das ações produtivas, a organização também atua no fortalecimento de associações e cooperativas, apoiando processos de gestão organizacional, liderança comunitária, acesso a mercados e desenvolvimento de capacidades locais. O Projeto promove, ainda, ações voltadas ao empoderamento feminino, ao empreendedorismo rural e à inclusão de jovens, fortalecendo o protagonismo comunitário e a autonomia das famílias.
Outro eixo estratégico da iniciativa é o apoio à regularização ambiental e fundiária, por meio de orientações sobre Código Florestal, Cadastro Ambiental Rural (CAR), acesso a políticas públicas e articulação com instituições locais. O Portos Amazônicos também investe na construção de redes territoriais e parcerias com órgãos públicos, universidades, organizações sociais e assistência técnica local, buscando garantir a sustentabilidade das ações após o encerramento do ciclo da iniciativa, em 2027.
Na implementação, o Projeto tem registrado aprendizados importantes sobre engajamento comunitário, desenvolvimento territorial e construção de confiança, demonstrando que entregas práticas, presença constante em campo e fortalecimento da ATER são fundamentais para gerar impacto sustentável em territórios amazônicos complexos.
nas regiões de Santarém, Miritituba e Porto Velho, por meio de capacitações, assistência técnica, ações comunitárias e atividades de fortalecimento territorial.
pelo projeto, fortalecendo o acesso à Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER), regularização ambiental e oportunidades de diversificação produtiva.
em ações de empreendedorismo, geração de renda, saúde, segurança alimentar e empoderamento feminino, valorizando a inclusão econômica e social das famílias.
em práticas agrícolas sustentáveis, incluindo manejo de hortas, SAFs, manejo de galinha caipira, cultivo de cacau, conservação ambiental e diversificação produtiva.
em atividades e treinamentos comunitários, demonstrando fortalecimento do engajamento territorial e ampliação das ações de campo.
de ATER, Quintais Produtivos, SAFs, viveiros, bancos de semente, promovendo a agricultura regenerativa e o fortalecimento da agricultura familiar amazônica.
“O curso de hortas foi bom. Aprendemos que, se plantarmos várias sementes juntas, uma tira a força da outra para nascer. Estamos prontas para aprender mais.”
Elisângela Marques de Souza
Beneficiária do Portos Amazônicos – Porto Velho (RO)
O Projeto Comunidades Prósperas, desenvolvido em parceria com a Cargill, busca fortalecer a agricultura familiar no Planalto Santareno, por meio da diversificação produtiva, da ampliação do acesso a mercados e do fortalecimento da resiliência socioeconômica das comunidades rurais. As ações são realizadas nos municípios de Santarém, Belterra e Mojuí dos Campos (PA), territórios marcados por rápidas transformações socioambientais associadas à expansão de monoculturas e à pressão sobre os sistemas tradicionais de produção familiar.
O objetivo da iniciativa é construir soluções práticas e participativas junto às comunidades, valorizando o protagonismo local, os saberes tradicionais e a permanência das famílias no campo. A implementação do Comunidades Prósperas ocorre por meio de uma abordagem territorial participativa, inspirada no modelo de Planejamento Estratégico Territorial (PET), integrando diagnóstico comunitário, escuta ativa, assistência técnica e fortalecimento institucional.
O processo combina metodologias qualitativas e quantitativas, permitindo compreender os desafios e as potencialidades das comunidades de forma integrada, incluindo aspectos produtivos, sociais, ambientais e econômicos.
As ações do Comunidades Prósperas estão estruturadas em duas frentes complementares: o incentivo à implantação de Sistemas Agroflorestais (SAFs), Quintais Produtivos e modelos de produção diversificada; e a construção participativa de planos territoriais voltados ao fortalecimento da agricultura familiar.
Entre as atividades previstas, estão diagnósticos produtivos e socioeconômicos, análise de solo, Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER), capacitações comunitárias, fortalecimento de associações e apoio à inserção em mercados institucionais e cadeias de valor sustentáveis.
O Projeto também atua no fortalecimento da governança territorial e no engajamento institucional, promovendo articulação com secretarias municipais, organizações comunitárias, instituições de pesquisa e parceiros estratégicos. A iniciativa prioriza mulheres, jovens e comunidades tradicionais, reconhecendo a agricultura familiar como elemento central para a segurança alimentar, geração de renda, conservação ambiental e adaptação climática no território.
Além das ações produtivas, o Comunidades Prósperas busca criar bases para um modelo de desenvolvimento territorial mais resiliente, conciliando produção sustentável, conservação ambiental e inclusão social. O fortalecimento das organizações locais, o apoio à sucessão rural e a valorização de cadeias produtivas sustentáveis são elementos estratégicos para garantir continuidade e autonomia das comunidades no decorrer do tempo.
das comunidades prioritárias do território, com engajamento ativo de lideranças comunitárias locais no Projeto.
incluindo ferramentas de diagnóstico, fluxos de governança, oficinas comunitárias e materiais educativos para atuação em campo.
com Secretarias Municipais, setor público, universidades e organizações territoriais, ampliando o ecossistema de apoio à agricultura familiar.
e ações práticas de assistência técnica, aumentando o engajamento comunitário e a confiança das famílias no Projeto.
e ações práticas de assistência técnica para assegurar a segurança alimentar dos produtores e a diversificação da produção, ampliando o engajamento comunitário e a confiança das famílias.
como eixo estratégico para a segurança alimentar, a geração de renda e a resiliência climática no Planalto Santareno.
A entrega de insumos e o acompanhamento técnico contínuo têm sido fundamentais para melhorar a produção e fortalecer o desenvolvimento da propriedade.”
Adamor Marques
Beneficiário do Comunidades Prósperas
A produção de óleo de palma deve equilibrar sustentabilidade e produtividade. Para isso, a estratégia da organização busca implementar transformações das indústrias desse segmento, por meio de práticas regenerativas e de Sistemas Agroflorestais (SAFs) em nível de paisagem, ou seja, a partir dos produtores de palma. Diferenciada, a abordagem tem o objetivo de criar um paradigma holístico para além das plantações, garantindo fazendas e comunidades resilientes.
As principais atividades da cadeia de palma são desenvolvidas na microrregião de Tomé-Açu, no Pará. A partir de intervenções direcionadas, de impacto escalável, as iniciativas valorizam a agricultura regenerativa, o uso de créditos de carbono e incentivos financeiros.
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A Earthworm Foundation Brasil atua na cadeia de celulose e papel do Brasil, apoiando empresas na identificação e gestão de riscos socioambientais e no fortalecimento de práticas mais sustentáveis. O objetivo é promover transformações positivas, conectando desempenho empresarial, responsabilidade com as pessoas e os recursos naturais e impacto duradouro nos territórios onde as companhias atuam, com atenção especial às dimensões envolvendo comunidades, trabalhadores e demais partes interessadas.
A partir de uma abordagem colaborativa, a organização busca compreender desafios, elaborar soluções e fortalecer a capacidade de gestão corporativa. O escopo de atuação engloba temas como relacionamento com comunidades, direitos humanos, condições de trabalho, gestão de conflitos, mecanismos de diálogo e desenvolvimento de estratégias que contribuam para tornar as operações mais responsáveis, resilientes e socialmente justas. Inclui, ainda, impulsionar mudanças estruturais que gerem valor compartilhado para empresas, comunidades e demais partes interessadas.
Nos últimos anos, o relacionamento da organização com companhias de celulose e papel se consolidou em uma atuação baseada na confiança, na experiência prática e no conhecimento acumulado em campo, contribuindo para que esse setor avance em direção a cadeias produtivas mais sustentáveis, inclusivas e socialmente responsáveis.
Centro de Excelência Social (CSE) - Iniciativa educacional da Earthworm Foundation, o CSE passou a atuar no Brasil em 2018, com o objetivo de ampliar o acesso a conhecimentos e ferramentas capazes de apoiar as organizações na gestão de desafios socioambientais complexos. Desde então, se transformou em um espaço de troca, aprendizado e construção coletiva, aproximando empresas, especialistas de diversos setores e profissionais em torno de temas fundamentais para a sustentabilidade e o impacto social.
A atuação do CSE na disseminação de conhecimento combina conteúdos digitais, treinamentos, eventos, diálogos setoriais e iniciativas voltadas ao fortalecimento de capacidades. Essa diversidade permite alcançar públicos distintos e transformar aprendizados em recursos práticos, aproximando conceitos, metodologias e experiências das necessidades reais enfrentadas pelas organizações e pelos territórios nos quais atuam.
nvolvido no Brasil tem contribuído para inspirar e fortalecer atuações semelhantes em outras regiões, incluindo o CSE Latam e o CSE Canadá & USA. Em constante evolução, o CSE mantém a missão de conectar conhecimento, experiência prática e colaboração para impulsionar transformações positivas em diferentes contextos e cadeias produtivas
Para atuar na agenda da reciclagem e da Economia Circular, estruturando cadeias de suprimentos mais transparentes, seguras e eficientes, a Earthworm Foundation Brasil desenvolve estratégias específicas para o setor de fibras recicladas da indústria de celulose e papel. O objetivo é conectar indústrias globais a cooperativas locais, combinando rastreabilidade lógica com a inclusão socioeconômica e a mitigação de riscos ocupacionais dos catadores.
Esse modelo transforma a gestão de resíduos em uma ferramenta real de desenvolvimento territorial e impacto social. Para isso, a organização adota uma lógica que integra racionalidade logística, rastreabilidade e impacto social, ampliando o escopo de atuação para reduzir os impactos negativos da geração de resíduos — como poluição, uso desnecessário de recursos naturais e desperdício, entre outros.
A estratégia baseia-se em três pilares fundamentais:
- Rastreabilidade e Mitigação de Risco na Cadeia de Suprimentos
Na cadeia de celulose e papel, o uso de fibra reciclada é essencial para reduzir a pressão sobre as florestas nativas. Assim, a Earthworm Foundation Brasil utiliza ferramentas como a Country Prioritisation Matrix (CPM) para mapear a origem do material virgem e, também, das fibras recicladas, assegurando conformidade socioambiental, antes que os insumos entrem no processo industrial de grandes corporações globais.
- Inclusão Socioeconômica e Direitos Humanos
A organização reconhece que a informalidade no elo da coleta e triagem de materiais recicláveis expõe trabalhadores a condições de vulnerabilidade (baixa remuneração, falta de redes de proteção e riscos ocupacionais). Assim, os projetos em Economia Circular atuam diretamente no chão de fábrica e em cooperativas regionais, para estruturar salvaguardas sociais, promovendo o trabalho decente e integrando catadores e agentes da reciclagem formalmente à governança das grandes cadeias.
- Inovação e Projetos de Paisagem (Landscape Approach)
Em regiões estratégicas, o foco é o desenvolvimento de iniciativas que conectam indústrias, poder público e comunidades locais para converter resíduos em recursos de alto valor, otimizando fluxos de materiais, por meio do design coletivo de soluções escaláveis e eficientes.
O modelo de intervenção demonstra que a Economia Circular só atinge maturidade e eficiência sistêmica quando o recurso natural extraído é integralmente aproveitado dentro da cadeia produtiva, sem desperdício ou geração de resíduos que não retornem a ela, buscando cada vez mais salvaguardas aos direitos humanos e ao desenvolvimento territorial.
Analista de Projetos
Global Relationship Menager
Analista de Projetos
Gerente de Economia Circular
Coordenadora de Projeto de Campo - AL
Analista Administrativa
Analista de Projetos
Gerente de Projetos
Gerente de Projetos
Analista de Projetos
Analista de Projetos
Gerente de Projetos
Analista de Projetos
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Analista Administrativa Sênior
Representante do Brasil
Gerente de Projetos
Analista de Projetos
Analista de Projetos
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Gerente de Projetos
Analista de Projetos Sênior
Gerente de Projetos Sênior
Analista de Projetos
Analista de Projetos
Analista de Projetos
Gerente de Projetos de Carbono
Analista de Projetos